Fascismo e catástrofe sanitária

Imagem em destaque: réus do Processo/Julgamento dos médicos ocorrido em Nuremberg, na Alemanha, entre 9 de dezembro de 1946 e 20 de agosto de 1947. United States Holocaust Memorial Museum/domínio público.


Sobre a estrutura administrativa nazista na Alemanha

A estrutura burocrática e militar da Alemanha Nazista, tal qual concebida por Adolf Hitler e seu séquito, foge um tanto ao senso comum histórico da “perfeita máquina de matar”. Na prática, como forma de conservar o poder e garantir que diferentes ramos do Estado se vigiassem permanentemente, Hitler criou um aparelho de gestão deliberadamente confuso e complexo. Funções duplicadas, departamentos obscuros, objetivos contraditórios etc.: o 1984 de Orwell não lembra apenas o stalinismo. Embora tenha produzido um mecanismo assaz eficiente em seus resultados de catalogação, logística e execução – uma corporação que fabricava cadáveres -, o nazismo era uma aberração gerencial. Apenas para citar dois exemplos, Hannah Arendt, em Eichmann em Jerusalém (1964), e Richard Bessel, em Alemanha, 1945 (2010), tentam dar conta dos infinitos detalhes do aparato estatal nazista. Jogam luz sobre um organograma confuso, quase indecifrável, mas eficiente em sua atividade-fim: o morticínio.

Deriva disso, aliás, a dificuldade em compreendermos a variedade de uniformes que desfilam pela tela ao assistirmos um filme que trata das forças alemãs na Segunda Guerra Mundial (1939-1945). As forças armadas convencionais, a Wehrmacht, eram compostas por: Heer (exército); Kriegsmarine (marinha); e Luftwaffe (força aérea). Estas tinham uniformes de variadas cores, mas do tipo mais facilmente assimilável à ideia que se faz de uma indumentária militar. Vestindo roupas civis formais – terno, gravata, chapéu etc. -, havia a Geheime Staatspolizei, a infame polícia secreta do regime conhecida pela abreviação Gestapo. Neste texto, analisaremos mais detidamente a Schutzstaffel ou SS, a grande corporação paramilitar: vestida em seus uniformes pretos, responsável por divisões de combatentes de elite, direção dos campos de concentração e segurança pessoal do Führer, entre outras atribuições. Por fim, ainda existiam vários outros departamentos menos expressivos e a estrutura do próprio Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães, o Partido Nazista. Tais entidades protagonizavam uma guerra de todos contra todos pela atenção de Hitler e fatias do orçamento estatal.

Falemos, pois, da SS. Essa era a instituição mais fanatizada de todo o nazismo, o experimento mais “bem-sucedido” da mais radical experiência totalitária. Fundada em 1925 e atuante até o fim da 2ª Guerra, foi fundamental para chegada de Hitler ao poder e sua conservação como líder da Alemanha até seu suicídio, em 30 de abril de 1945. Estamos mais acostumados a ver nos filmes e documentários as Waffen-SS, que seriam seu braço de combate – algo muito parecido com um exército de fato – e as forças de segurança que operavam nos campos de concentração e extermínio. O que muitas vezes não é lembrado é o fato de que o nazismo, como construção político-ideológica, também teve enorme inserção em meios acadêmicos e de pesquisa. Os doutores, intelectuais e pesquisadores partidários do Führer costumavam ser lotados na SS.

Vejamos isso de modo mais prático. Wernher von Braun (1912-1977), o gênio da engenharia responsável pela chegada da humanidade à Lua, foi um integrante da SS. Um dos pais do programa espacial estadunidense, von Braun foi responsável pelo projeto dos foguetes V2, construídos com trabalho escravo e responsáveis pela morte de milhares de civis no Reino Unido – Londres era um dos alvos preferenciais para o uso dessa arma. Josef Mengele (1911-1979), o médico pervertido que realizava experiências bizarras em cobaias humanas de Auschwitz e fugiu para o Brasil, também era da SS. Adolf Eichmann (1906-1962), o compulsivo organizador de listas de deportação de judeus para campos de extermínio, embora uma besta completa, se considerava um grande estudioso de questões da cultura judaica – e era funcionário da SS. Para ficar apenas no Processo/Julgamento dos médicos ocorrido entre 1946 e 1947, por atrocidades cometidas contra cobaias humanas, experimentos horripilantes, desenvolvimento de armas biológicas e afins, dos 23 réus, 10 pertenciam à SS. Todos foram considerados culpados: sete condenados à morte; dois à prisão perpétua (depois comutada para sentenças menores); e um a 10 anos de prisão (cumpriu cerca de três anos e meio). Quanto às ideias, a contribuição de intelectuais pertencentes à organização foi fundamental para a produção de toda a parafernália teórica, social e legal que deu sustentação às práticas de eugenia e discriminação racial.

Sobre esse último ponto, algo precisa ser esclarecido. As teorias raciais desse regime eram escandalosamente fraudulentas. Acreditar nos fundamentos “científicos” da pureza racial ariana era algo que dependia da completa adesão ao ideário totalitário nazista. Uma cena bastante esclarecedora a respeito pode ser vista no filme Europa Europa (no Brasil, Filhos da Guerra), uma coprodução entre Alemanha, França e Polônia, de 1990. O longa-metragem é uma adaptação da história real de Solomon Perel, um menino judeu que sobreviveu à 2ª Guerra “disfarçado” como estudante de um instituto educacional para a juventude nazista. Durante uma aula sobre pureza racial, Solomon fica apavorado ao ser chamado pelo professor para uma demonstração sobre classificações raciais. Certo de ter perdido o disfarce e estar a caminho da câmara de gás, sua frio enquanto o mestre mede nariz, queixo, cabeça, avalia a cor dos olhos… Veredito: considerando os olhos e cabelos castanhos, um alemão oriental de ascendência báltica. Não completissimamente puro, mas definitivamente alemão/ariano e jamais judeu. Essa grande bobagem pseudocientífica era elástica o suficiente para permitir a inclusão de qualquer um, quando necessário, aos anais da pureza germânica.

Uma pausa para Umberto Eco

O pensador italiano Umberto Eco (1932-2016) produziu uma notável reflexão sobre o fascismo em um discurso realizado em 1995, para um evento na Columbia University (Nova York, EUA), numa homenagem à libertação da Europa das forças nazifascistas. Tal discurso deu origem ao ensaio O fascismo eterno. Talvez seja uma aproximação demasiado grosseira, mas poderíamos dizer que, nesse texto-pronunciamento, o autor constrói algo como um tipo ideal do fascismo, listando as características fundamentais desse fenômeno. O autor classifica tal tipo como o Ur-Fascismo ou Fascismo Eterno – por óbvio, considerando ascendência e biografia, a versão italiana do fenômeno tem precedência em sua análise. Entre os elementos que chamam a atenção na descrição do tipo, podemos destacar: culto à tradição; irracionalismo; recusa à reflexão crítica; recusa à diferença/diversidade; apelo às frustrações dos extratos médios da sociedade; valorização de um discurso nacionalista; a permanente oposição a um grande inimigo que é, a um só tempo, muito poderoso e muito fraco; retórica militarista; sexualidade reprimida/mal resolvida; uma base social radicalizada que se projeta na figura de um líder; e uma notável simplificação linguística, em que a rejeição às palavras é o caminho para rejeição da crítica.

Dois pontos merecem destaque, nesta breve pausa conceitual. Primeiro, Eco esclarece que o nazismo é uma ideologia solidamente organizada, com fundamentos bem estabelecidos, ideias articuladas e finalidades claras. Já o fascismo é múltiplo, fluido e pouco ordenado – o fascismo franquista/espanhol é distinto do salazarista/português que, por sua vez, difere do italiano. O autor cita variados casos, na Itália de Mussolini, de artistas e pensadores que integravam o movimento fascista embora tivessem características contraditórias aos seus postulados. Aliás, como todo tipo ideal, essa ferramenta trata, justamente, de uma idealização da realidade – nem todos esses elementos estarão visíveis/presentes, pois não se trata de reprodução descritiva. O segundo ponto a destacar é a peculiaridade do irracionalismo em questão. O fascismo – e nisso está perfeitamente alinhado ao nazismo – possui discursos e proposições que se disfarçam de ciência nos mínimos detalhes. Textos, reflexões e toda uma filosofia que emula o melhor do método. Todavia, olhando bem, qual a racionalidade da retórica da pureza racial? Da refundação de um império de contornos míticos? Da espiral de ódio contra inimigos imaginários? Do uso de seres humanos como cobaias? Da fabricação de cadáveres? Isso estabelece a necessidade de um olhar ainda mais cuidadoso para perceber a sutil distinção entre a racionalidade de fato e o racionalismo irracional nazifascista.

A catástrofe sanitária em curso

Na data da publicação deste texto, teremos superado a marca de 320 mil mortes causadas pela COVID-19. Para fins de comparação, vale a leitura da tabela ao final deste texto, com uma lista de conflitos armados historicamente relevantes e o número correspondente de combatentes mortos. Todos os conflitos elencados tiveram um número menor de baixas militares que a atual contagem de vítimas da pandemia em terras brasileiras. Mas qual a conexão dessa estatística com os tópicos precedentes deste texto?

Façamos um questionamento inicial. Considerando os elementos característicos do Ur-Fascismo, qual deles não está presente no atual debate político a mobilizar o Brasil? Os “intelectuais” do YouTube costumam repetir que tudo não passa de histeria delirante e medo de fascismos imaginários, algo como uma combinação de pavor injustificado e imprecisão conceitual. Assim, considerando a irrelevância do nome de quem assina este texto, fiquemos com Eco e Arendt – figuras dotadas de alguma credibilidade acadêmica, imagino. No Brasil atual, não existe a recusa à diversidade? Os meninos não devem vestir azul e as meninas rosa? Já não foram aventadas políticas de abstinência sexual para jovens? O encarceramento de pessoas em sofrimento psíquico e o uso do eletrochoque não voltaram à moda? Não existe a valorização do discurso nacionalista? Brasil acima de tudo e Deus acima de todos? A renovação do militarismo não aparece até na crescente infiltração da administração pública? A esquerda não encarna o inimigo simultaneamente débil e poderoso? A recusa à crítica e a adoção de um vocabulário indigente não poderiam ser percebidas como elementos que definem a atual comunicação federal? A permanente frustração da nossa classe média não encontrou uma figura suficientemente grotesca para lhe emprestar a face?

Devemos acrescentar à descrição do Ur-Fascismo, conforme proposta por Eco, uma característica das mais importantes: a desonestidade intelectual. Este atributo significa um complexo amálgama de irracionalismo, recusa à crítica, pobreza analítica, precariedade vocabular e impropriedade moral. Essa desonestidade demonstra que os promotores desse fascismo não sentem qualquer constrangimento ao usar todos os estratagemas de Schopenhauer para “vencer” uma discussão. Ao contrário: não só fazem uso como ainda acusam o adversário de ter tal atitude. Exemplos desse comportamento se multiplicam. Trata-se, por exemplo, do polemista que acusa o interlocutor por não possuir um diploma – sendo que ele próprio não possui. Daqueles que questionam as fontes apresentadas, mas não apresentam fonte alguma ou recorrem à fraude estatística ou bibliográfica. Nesse balaio entram todos que constroem uma carreira baseada em falácias que se escondem em um discurso francamente agressivo ou aparentemente gentil – embora arrogante. Essas são as mesmas pessoas que atacam a universidade pública, delatam conspirações comunistas e sugerem que Einstein era uma besta – ou Newton ou Pitágoras. As mesmas pessoas que não possuem qualquer formação médica, mas garantem a eficácia da cloroquina e os riscos das vacinas. Quando a fila para o transplante de fígado crescer quilometricamente após a promoção desavergonhada de falsas terapias para COVID-19, será importante questionar a responsabilidade desses curandeiros internéticos.

Como podemos notar, o fascismo de Pindorama guarda um elemento de proximidade com a SS: ele tem o seu pretensioso corpo acadêmico, a sua intelligentsia de pornochanchada. Trata-se de um desfile de pensadores, doutores, jornalistas, propagandistas, youtubers, influencers, comentadores etc. Alguns deles oriundos dos bancos da academia – embora envergonhados disso -, outros tantos críticos ressentidos do ambiente universitário. A contribuição desses personagens, muitos com destacada oratória, aparece em diferentes situações do caos em que vivemos atualmente. Um bom exemplo é a a defesa de tratamentos médicos sem qualquer eficácia para COVID-19 e a crítica a medidas de isolamento importantes para contenção da pandemia. Também é muito comum a crítica aos inimigos do regime com inverdades e distorções, em campanhas assaz efetivas para destruição de reputações. Os analistas políticos reacionários, de voz doce e bem articulada, defendem a liberdade de forma intransigente; inclusive a liberdade de cada cidadão de se tornar propagador ativo do vírus, negacionista e militante antivacina. Trata-se da defesa radical do direito de sabotar o esforço de saúde pública.

Por óbvio, este texto não propõe uma associação direta entre uma aberração totalitária como a SS e nosso genocídio artesanal. Nosso fascismo desconjuntado criou uma versão informal, descentralizada e alegórica dessa organização paramilitar. Portanto, nada tão grandioso, disciplinado ou letal, que fique claro – somente umas 320 mil mortes até aqui.

ConflitoDuraçãoNúmero de vítimas (militares, exceto quando indicado de forma diversa)Observação
Guerra do Paraguai12 out. 1864 – 1 mar. 1870
(5 anos e 5 meses)
440 mil, entre militares e civis, sendo 100 mil vítimas do Brasil [1]Beligerantes: Argentina, Brasil e Uruguai (Tríplice Aliança) e Paraguai.
Guerra Civil Espanhola17 jul. 1936 – 1 ab. 1939
(dois anos e 8 meses)
175 mil republicanos mortos em ação
110 mil nacionalistas mortos em ação
Total: 285 mil combatentes mortos [2]
Guerra que instaurou a ditadura de Francisco Franco na Espanha. As forças nacionalistas contaram com o apoio da aviação nazista.
Invasão da Polônia pela Alemanha Nazista e a União Soviética (URSS)1 set. 1939 – 6 out. 1939
(36 dias)
Alemanha e URSS: 18744 mortos em ação
Polônia: 66000 mortos em ação
Total: 84744 militares mortos [3]
Conflito que deu início à 2ª Guerra Mundial (1939 – 1945).
Revolução Cubana26 jul. 1953 – 1 jan. 1959
(5 anos e 5 meses)
2 mil combatentes governistas
1 mil revolucionários
Total: 3 mil combatentes mortos [4]
Em geral, aclamada pelo pensamento reacionário como a guerra mais violentamente violenta da história da violência, com líderes genocidas de todo tipo.
Participação estadunidense na Guerra do Vietnã1 nov. 1955 – 29 mar. 1973
(18 anos e 5 meses)
58318 estadunidenses mortos [5]Trata-se do conflito em torno da independência e reunificação do Vietnã.
Invasão Soviética do Afeganistão24 dez. 1979 – 15 fev. 1989
(9 anos e dois meses)
44 mil soviéticos e aliados afegãos mortos
61775 Mujahideen e aliados mortos
Total: 105775 militares mortos [6]
O conflito no Afeganistão é considerado um dos fatores responsáveis pelo aprofundamento da crise e queda da URSS.
Guerra do Golfo2 de ago. 1990 – 28 fev. 1991
(6 meses e 3 semanas)
292 combatentes da Coalização liderada pelos EUA mortos
4200 combatentes kuwaitianos mortos
25 mil-50 mil combatentes iraquianos mortos
Total: entre 29492 e 54492 mortos [7]
Guerra desencadeada após a invasão do Kwait pelo Iraque. Os EUA lideraram uma coalização internacional para libertação dos poços de petróleo do Kwait e derrota do exército de Saddam Hussein.
Guerras da Iugoslávia (e posterior independência da Bósnia e Herzegovina, Croácia, Eslovênia, Macedônia do Norte, Montenegro e Sérvia)31 mar. 1991 – 12 nov. 2001
(10 anos e 7 meses)
Mortes totais nesses conflitos são estimadas entre 130 mil e 140 mil [8]Os números consideram as guerras por independência, motivação étnica, questões religiosas e disputas políticas no contexto do desmantelamento da Iugoslávia em um conjunto de países menores.
Óbitos relativos à COVID-19 no Brasil26 de fevereiro de 2020 – 14 de abril de 2021Aproximadamente 358 mil civis mortos [informação atualizada após a publicação original, 9]Maior crise sanitária da história do Brasil. O risco foi desdenhado de forma sistemática pelo governo federal.

Fontes estatísticas da tabela de conflitos

[1] “De re Militari: muertos en Guerras, Dictaduras y Genocidios”. remilitari.com.

[2] Sandler, Stanley (2002). Ground Warfare: An International Encyclopedia. ABC-CLIO. p. 160.

[3] Versão inglesa da Wikipédia, artigo Invasion of Poland.

[4] Dixon, Jeffrey S.; Sarkees, Meredith Reid (2015). A Guide to Intra-state Wars: An Examination of Civil, Regional, and Intercommunal Wars, 1816-2014. CQ Press. p. 98.

[5] Vietnam Veterans Memorial Fund (29 May 2017). “3 new names added to Vietnam Veterans Memorial wall” (Press release). Associated Press.

[6] The Soviet-Afghan War : how a superpower fought and lost (University Press of Kansas ed.). Lawrence, Kan.: University Press of Kansas. 2002. p. 43.

Isby, David C. (1986). Russia’s War in Afghanistan. Osprey.

Giustozzi, Antonio (2000). War, politics and society in Afghanistan, 1978–1992. Hurst. p. 115.

“Cost a& Benefits of the Afghan War for Pakistan” (PDF). A Z Halali.

[7] “Persian Gulf War”. MSN Encarta. Archived from the original on 1 November 2009.

Iraqi Invasion of Kuwait; 1990 (Air War) Archived 6 October 2014 at the Wayback Machine. Acig.org. Retrieved on 12 June 2011

[8] “Transitional Justice in the Former Yugoslavia”. International Center for Transitional Justice. 1 January 2009. Retrieved 8 September 2009.

“About us”. Humanitarian Law Center. Archived from the original on 22 May 2011. Retrieved 17 November 2010.

[9] Ministério da Saúde do Brasil.

Referências

ARENDT, Hannah. Eichmann em Jerusalém. Um relato sobre a banalidade do mal. São Paulo, Cia das Letras: 2007 [1964].

BESSEL, Richard. Alemanha, 1945: da guerra à paz. São Paulo: Cia das Letras, 2009.

ECO, Umberto. O fascismo eterno. Rio de Janeiro: Record, 2018.

ORWELL, George. 1984. São Paulo: Cia das Letras, 2009 [1949].

SCHOPENHAUER, Arthur. A arte de ter razão: 38 estratagemas. Petrópolis: Vozes, 2017 [1831].


Adquira e colabore para manutenção do Portal Sociologia da Gestão:

Manual de introdução à pesquisa acadêmica nos ensinos médio e superior. Contém informações relevantes e dicas práticas que ajudarão no desenvolvimento da pesquisa e do trabalho final de curso. O livro busca atender as demandas de estudantes do ensino médio que estão em contato com a pesquisa e estudantes universitários que precisam escrever artigos e trabalhos de conclusão de curso. O material foi escrito em linguagem simples e direta, com exemplos ilustrativos e comentários explicativos. Trata-se, portanto, de uma obra cujo maior objetivo é socorrer de forma prática o estudante que precisa desenvolver sua pesquisa e encontra dificuldade com os percursos acadêmicos.

Vamos comentar, debater, analisar...?

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s